Germano João Frederico Conrad

De wikiasd
Ir para: navegação, pesquisa
Foto de Germano e Emília Conrad

GERMANO JOÃO FREDERICO CONRADO (1887-1960). Pioneiro da colportagem e obreiro em outros setores. Nasceu no dia 9 de abril de 1887, em Campos dos Quevedos, município de São Lourenço do Sul, RS, filho de Hermann Conrad e Wilhelmina Kröning Conrad, imigrantes alemães. Aceitou a mensagem Adventista e foi batizado no dia 5 de agosto de 1905. Expulso da casa dos pais por causa de sua nova fé. Supõe-se que mesmo antes de ter sido batizado, tenha ingressado na colportagem em 1902. Viajava em lombo de jumento durante cerca de sete anos, pelos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, e Minas Gerais, onde foi o primeiro colportor a trabalhar.

Trabalhou, por algum tempo, na recém-fundada tipografia adventista de Taquari, RS, auxiliando a Leopoldo Preuss a movimentar, com a força dos seus braços, o prelo manual que imprimia a revista missionária O Arauto da Verdade, de 16 páginas.

Casou-se no dia 22 de maio de 1912, com Emília Bescow, filha de um comerciante do município de Pelotas, RS. Da união conjugal nasceram seis filhos: Willy, Irma, Waldemar Emanuel, Lídia, Hugo Ernesto, e Naor Germano.

No mesmo ano de 1912, foi nomeado diretor de colportagem da Missão Paulista, cargo que ocupou por três anos, quando ingressou na obra ministerial. Durante os dois anos que foi administrador do CAB, atual UNASP-SP. Cursou algumas matérias do seminário, que ajudariam em suas atividades evangelísticas. Embora não chegasse a ser ordenado ao ministério, trabalhou como missionário em Curitiba, Juiz de Fora, Varginha, Mogi das Cruzes, Butiá, Rio Negro, Itajaí, Lar dos Idosos e outros lugares.

Mesmo tendo de ser aposentado cedo, por motivos de saúde, continuou visitando grupos isolados no interior, dirigindo semanas de oração, construindo igrejas e capelas e preparando pessoas para o batismo.

Faleceu no dia 22 de novembro de 1960, e foi sepultado no cemitério da cidade da Penha, SC, onde havia passado os últimos anos de sua vida, e onde existe atualmente uma rua que leva seu nome. BIBLIOGRAFIA: Obituário na Revista Adventista, fevereiro, 1961, 37; Revista Mensal (RA), novembro e dezembro, 1909, 8; Revista Mensal, maio, 1911, 7 e 8; Revista Mensal, junho, 1911, 8 e 9; Revista Mensal, dezembro, 1912, 7 e 8; Relatório Revista Mensal, agosto, 1918, 18 e 19; Relatório Trimestral da Conferência do Rio Grande do Sul, novembro, 1918, 16. Moisés S. Nigri, Andando com Deus Todos os Dias, Meditações Matinais, 1993, CPB, Tatuí, SP, 1993.